<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8697785447584002119</id><updated>2012-02-16T10:47:28.287-08:00</updated><title type='text'>Comunidade Cristã Vida Nova ( Vila União )</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vidanovavilauniao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8697785447584002119/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanovavilauniao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Comunidade Crista Vida Nova Vila União</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04153679707224610770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_IZXGBglYFnw/SC0JBJ63NAI/AAAAAAAAABY/d0RLbreuaq4/S220/IMAG0038.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8697785447584002119.post-1656172438247269656</id><published>2008-09-11T20:58:00.000-07:00</published><updated>2008-09-11T21:08:01.318-07:00</updated><title type='text'>Martinho Lutero</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;As Noventa e Cinco Teses de Martinho Lutero.&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Essas teses foram afixadas na porta da igreja do Castelo de Wittenberg a 1o de outubro de 1517. Era esse o modo usual de se anunciar uma disputa, instituição regular da vida universitária e não havia nada de dramático no ato. Lutero confiava receber o apoio do papa pelo fato de revelar os males do tráfico das indulgências.&lt;br /&gt;01.&lt;br /&gt;Nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo em dizendo "Arrependei- vos, etc.", afirmava que toda a vida dos fiéis deve ser uma ato de arrependimento.&lt;br /&gt;02.&lt;br /&gt;Essa declaração não pode ser entendida como o sacramento da penitência (i. e., confissão e absolvição) que é administrado pelo sacerdócio.&lt;br /&gt;03.&lt;br /&gt;Contudo, não pretende falar unicamente de arrependimento interior; pelo contrário, o arrependimento interior é vão se não produz externamente diferentes espécies de mortificação da carne.&lt;br /&gt;04.&lt;br /&gt;Assim, permanece a penitência enquanto permanece o ódio de si (i. e., verdadeira penitência interior), a saber, o caminho reto para entrar no reino dos céus.&lt;br /&gt;05.&lt;br /&gt;O papa não tem o desejo nem o poder de perdoar quaisquer penas, exceto aquelas que ele impôs por sua própria vontade ou segundo a vontade dos cânones.&lt;br /&gt;06.&lt;br /&gt;O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoado os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações a culpa permaneceria.&lt;br /&gt;07.&lt;br /&gt;Deus não perdoa a culpa de ninguém sem sujeitá-lo à humilhação sob todos os aspectos perante o sacerdote, vigário de Deus.&lt;br /&gt;08.&lt;br /&gt;Os cânones da penitência são impostas unicamente sobre os vivos e nada deveria ser imposta aos mortos segundo eles.&lt;br /&gt;09.&lt;br /&gt;Por isto o Espírito Santo nos beneficia através do papa, mas sempre faz exceção de seus decretos no caso da iminência da morte e da necessidade.&lt;br /&gt;10.&lt;br /&gt;Os sacerdotes que no caso de morte reservam penas canônicas para o purgatório agem ignorante e incorretamente.&lt;br /&gt;11.&lt;br /&gt;Esta cizânia que se refere à mudança de penas canônicas em penas no purgatório certamente foi semeada enquanto os bispos dormiam.&lt;br /&gt;12.&lt;br /&gt;As penitências canônicas eram impostas antigamente não depois da absolvição, mas antes dela, como prova de verdadeira contrição.&lt;br /&gt;13.&lt;br /&gt;Os moribundos pagam todas as suas dívidas por meio de sua morte e já estão mortos para as leis dos cânones, estando livres de sua jurisdição.&lt;br /&gt;14.&lt;br /&gt;Qualquer deficiência em saúde espiritual ou e amor por parte de um homem moribundo deve trazer consigo temor, e quanto maior for a deficiência maior deverá ser o temor.&lt;br /&gt;15.&lt;br /&gt;Esse temor e esse terror bastam por si mesmos para produzir as penas do purgatório, sem qualquer outra coisa, pois estão pouco distante do terror do desespero.&lt;br /&gt;16.&lt;br /&gt;Com efeito, a diferença entre Inferno, Purgatório e Céu parece ser a mesma que há entre desespero, quase-desespero e confiança.&lt;br /&gt;17.&lt;br /&gt;Parece certo que para as almas do purgatório o amor cresce na proporção em que diminui o terror.&lt;br /&gt;18.&lt;br /&gt;Não parece estar provado, quer por argumentos quer pelas Escrituras, que essas almas estão impedidas de ganhar méritos ou de aumentar o amor.&lt;br /&gt;19.&lt;br /&gt;Nem parece estar provado que elas estão seguras e confiantes de sua bem-aventuranç a, ou, pelo menos, que todas o estejam, embora possamos estar seguros disso.&lt;br /&gt;20.&lt;br /&gt;O papa pela remissão plenária de todas as penas não quer dizer a remissão de todas as penas em sentido absoluto, mas somente das que foram impostas por ele mesmo.&lt;br /&gt;21.&lt;br /&gt;Por isto estão em erro os pregadores de indulgências que dizem ficar um homem livre de todas as penas mediante as indulgências do papa.&lt;br /&gt;22.&lt;br /&gt;Pois para as almas do purgatório ele não perdoa penas a que estavam obrigadas a pagar nesta vida, segundo os cânones.&lt;br /&gt;23.&lt;br /&gt;Se é possível conceder remissão completa das penas a alguém, é certo que somente pode ser concedida ao mais perfeito; isto quer dizer, a muito poucos.&lt;br /&gt;24.&lt;br /&gt;Daí segue-se que a maior parte do povo está sendo enganada por essas promessas indiscriminadas e liberais de libertação das penas.&lt;br /&gt;25.&lt;br /&gt;O mesmo poder sobre o purgatório que o papa possui em geral, é possuído pelo bispo e pároco de cada dioceses ou paróquia.&lt;br /&gt;26.&lt;br /&gt;O papa faz bem em conceder remissão às almas não pelo poder das chaves (poder que ele não possui), mas através da intercessão.&lt;br /&gt;27.&lt;br /&gt;Os que afirmam que uma alma voa diretamente para fora (do purgatório) quando uma moeda soa na caixa das coletas, estão pregando uma invenção humana (hominem praedicant).&lt;br /&gt;28.&lt;br /&gt;É certo que quando uma moeda soa, cresce a ganância e a avareza; mas a intercessão (suffragium) da Igreja está unicamente na vontade de Deus.&lt;br /&gt;29.&lt;br /&gt;Quem pode saber se todas as almas do purgatório desejam ser resgatadas? (Que se pense na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal).&lt;br /&gt;30.&lt;br /&gt;Ninguém está seguro na verdade de sua contrição; muito menos de que se seguirá a remissão plenária.&lt;br /&gt;31.&lt;br /&gt;Um homem que verdadeiramente compra suas indulgências é tão raro como um verdadeiro penitente, isto é, muito raro.&lt;br /&gt;32.&lt;br /&gt;Aqueles que se julgam seguros da salvação em razão de suas cartas de perdão serão condenados para sempre juntamente com seus mestres.&lt;br /&gt;33.&lt;br /&gt;Devemos guardar-nos particularmente daqueles que afirmam que esses perdões do papa são o dom inestimável de Deus pelo qual o homem é reconciliado com Deus.&lt;br /&gt;34.&lt;br /&gt;Porque essas concessões de perdão só se aplicam às penitências da satisfação sacramental que foram estabelecidas pelos homens.&lt;br /&gt;35.&lt;br /&gt;Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.&lt;br /&gt;36.&lt;br /&gt;Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plenária tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de perdão.&lt;br /&gt;37.&lt;br /&gt;Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem cartas de perdão.&lt;br /&gt;38.&lt;br /&gt;Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois - como disse - é uma declaração da remissão divina.&lt;br /&gt;39.&lt;br /&gt;É muito difícil, mesmo para os teólogos mais sábios, dar ênfase na pregação pública simultaneamente ao benefício representado pelos indulgências e à necessidade da verdadeira con-trição.&lt;br /&gt;40.&lt;br /&gt;Verdadeira contrição exige penitência e a aceita com amor; mas o benefício das indulgências relaxa a penitência e produz ódio a ela. Tal é pelo menos sua tendência.&lt;br /&gt;41.&lt;br /&gt;Os perdões apostólicos devem ser pregados com cuidado para que o povo não suponha que eles são mais importantes que outros atos de amor.&lt;br /&gt;42.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que não é intenção do papa que se considera a compra dos perdões em pé de igualdade com as obras de misericórdia.&lt;br /&gt;43.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que dar aos pobres ou emprestar aos necessitados é melhor obra que comprar perdões.&lt;br /&gt;44.&lt;br /&gt;Por causa das obras do amor o amor é aumentado e o homem progride no bem; enquanto que pelos perdões não há progresso na bondade mas simplesmente maior liberdade de pe-nas.&lt;br /&gt;45.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que um homem que vê um irmão em necessidade e passa a seu lado para dar o seu dinheiro na compra dos perdões, merece não a indulgência do papa, mas a indignação de Deus.&lt;br /&gt;46.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que - a não ser que haja grande abundância de bens - são obrigados a guardar o que é necessário para seus próprios lares e de modo algum gastar seus bens na compra de perdões.&lt;br /&gt;47.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que a compra de perdões é matéria de livre escolha e não de mandamento.&lt;br /&gt;48.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que de dinheiro contado.&lt;br /&gt;49.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que os perdões do papa são úteis se não se põe confiança neles, mas que são enormemente prejudiciais quando por causa deles se perde o temor de Deus.&lt;br /&gt;50.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que, se o papa conhecesse as exações praticadas pelos pregadores de indulgências, ele preferiria que a basílica de São Pedro fosse reduzida a cinzas a construí-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.&lt;br /&gt;51.&lt;br /&gt;Deve ensinar-se aos cristãos que o papa - como é de seu dever - desejaria dar os seus próprios bens aos pobres homens de quem certos vendedores de perdões extorquem o dinheiro; que para este fim ele venderia - se fosse possível - a basílica de São Pedro.&lt;br /&gt;52.&lt;br /&gt;Confiança na salvação por causa de cartas de perdões é vã, mesmo que o comissário, e até mesmo o próprio papa, empenhasse sua alma como garantia.&lt;br /&gt;53.&lt;br /&gt;São inimigos de Cristo e do povo os que em razão da pregação das indulgências exigiam que a palavra de Deus seja silenciada em outras igrejas.&lt;br /&gt;54.&lt;br /&gt;Comete-se uma injustiça para com a palavra de Deus se no mesmo sermão se concede tempo igual, ou mais longo, às indulgências do que a palavra de Deus.&lt;br /&gt;55.&lt;br /&gt;A intenção do papa deve ser esta: se a concessão dos perdões - que é matéria de pouca importância - é celebrada pelo toque de um sino, como uma procissão e com uma cerimônia, então o Evangelho - que é a coisa mais importante - deve ser pregado com o acompanhamento de cem sinos, de cem procissões e de cem cerimônias.&lt;br /&gt;56.&lt;br /&gt;Os tesouros da Igreja - de onde o papa tira as indulgências - não estão suficientemente esclarecidos nem conhecidos entre o povo de Cristo.&lt;br /&gt;57.&lt;br /&gt;É pelo menos claro que não são tesouros temporais, porque não estão amplamente espalhados mas somente colecionados pelos numerosos vendedores de indulgências.&lt;br /&gt;58.&lt;br /&gt;Nem são os méritos de Cristo ou dos santos, porque esses, sem o auxílio do papa, operam a graça do homem interior e a crucificação, morte e descida ao inferno do homem exterior.&lt;br /&gt;59.&lt;br /&gt;São Lourenço disse que os pobres são os tesouros da Igreja, mas falando assim estava usando a linguagem de seu tempo.&lt;br /&gt;60.&lt;br /&gt;Sem violências dizemos que as chaves da Igreja, dadas por mérito de Cristo, são esses tesouros.&lt;br /&gt;61.&lt;br /&gt;Porque é claro que para a remissão das penas e a absolvição de casos (especiais) é suficiente o poder do papa.&lt;br /&gt;62.&lt;br /&gt;O verdadeiro tesouro da Igreja é o sacrossento Evangelho da glória e da graça de Deus.&lt;br /&gt;63.&lt;br /&gt;Mas este é merecidamente o mais odiado, visto que torna o primeiro último.&lt;br /&gt;64.&lt;br /&gt;Por outro lado, os tesouros das indulgências são merecidamente muito populares, visto que fazem do último primeiro&lt;br /&gt;65.&lt;br /&gt;Assim os tesouros do Evangelho são redes com que desde a Antigüidade se pescam homens de bens.&lt;br /&gt;66.&lt;br /&gt;Os tesouros das indulgências são redes com que agora se pescam os bens dos homens.&lt;br /&gt;67.&lt;br /&gt;As indulgências, conforme declarações dos que as pregam, são as maiores graças; mas "maiores" se deve entender como rendas que produzem.&lt;br /&gt;68.&lt;br /&gt;Com efeito, são de pequeno valor quando comparadas com a graça de Deus e a piedade da cruz.&lt;br /&gt;69.&lt;br /&gt;Bispos e párocos são obrigados a admitir os comissários dos perdões apostólicos com toda a reverência.&lt;br /&gt;70.&lt;br /&gt;Mas estão mais obrigados a aplicar seus olhos e ouvidos à tarefa de tornar seguro que não pregam as invenções de sua própria imaginação em vez de comissão do papa.&lt;br /&gt;71.&lt;br /&gt;Se qualquer um falar contra a verdade dos perdões apostólicos que sejam anátema e amaldiçoado.&lt;br /&gt;72.&lt;br /&gt;Mas bem-aventurado é aquele que luta contra a dissoluta e desordenada pregação dos vencedores de perdões.&lt;br /&gt;73.&lt;br /&gt;Assim como o papa justamente investe contra aqueles que de qualquer modo agem em detrimento do negócio dos perdões.&lt;br /&gt;74.&lt;br /&gt;Tanto mais é sua intenção investir contra aqueles que, sob o pretexto dos perdões, agem em detrimento do santo amor e verdade.&lt;br /&gt;75.&lt;br /&gt;Afirmar que os perdões papais têm tanto poder que podem absolver mesmo um homem que - para aduzir uma coisa impossível - tivesse violado a mão de Deus, é delirar como um lunático.&lt;br /&gt;76.&lt;br /&gt;Dizemos ao contrário, que os perdões papais não podem tirar o menor dos pecados veniais no que tange à culpa.&lt;br /&gt;77.&lt;br /&gt;Dizer que nem mesmo São Pedro e o papa, não podia dar graças maiores, é uma blasfêmia contra São Pedro e o papa.&lt;br /&gt;78.&lt;br /&gt;Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc. como em 1 Co 12.&lt;br /&gt;79.&lt;br /&gt;É blasfêmia dizer que a cruz adornada com as armas papais tem os mesmos efeitos que a cruz de Cristo.&lt;br /&gt;80.&lt;br /&gt;Bispos, párocos e teólogos que permitem que tal doutrina seja pregada ao povo deverão prestar contas.&lt;br /&gt;81.&lt;br /&gt;Essa licenciosa pregação dos perdões torna difícil, mesmo a pessoas estudadas, defender a honra do papa contra a calúnia, ou pelo menos contra as perguntas capciosas dos leigos.&lt;br /&gt;82.&lt;br /&gt;Esses perguntam: Por que o papa não esvazia o purgatório por um santíssimo ato de amor e das grandes necessidades das almas; isto não seria a mais justa das causas visto que ele resgata um número infinito de almas por causa do sórdido dinheiro dado para a edificação de uma basílica que é uma causa bem trivial?&lt;br /&gt;83.&lt;br /&gt;Por que continuam os réquiens e os aniversários dos defuntos e ele não restitui os benefícios feitos em seu favor, ou deixa que sejam restituídos, visto que é coisa errada orar pelos re-dimidos?&lt;br /&gt;84.&lt;br /&gt;Que misericórdia de Deus e do papa é essa de conceder a uma pessoa ímpia e hostil a certeza, por pagamento de dinheiro, de uma alma pia em amizade com Deus, enquanto não resgata por amor espontâneo uma alma que é pia e amada, estando ela em necessidade?&lt;br /&gt;85.&lt;br /&gt;Os cânones penitenciais foram revogados de há muito e estão mortos de fato e por desuso. Por que então ainda se concedem dispensas deles por meio de indulgências em troca de di-nheiro, como se ainda estivesse em plena força?&lt;br /&gt;86.&lt;br /&gt;As riquezas do papa hoje em dia excedem muito às dos mais ricos Crassos; não pode ele então construir uma basílica de São Pedro com seu próprio dinheiro, em vez de fazê-lo com o dinheiro dos fiéis?&lt;br /&gt;87.&lt;br /&gt;O que o papa perdoa ou dispensa àqueles que pela perfeita contradição têm direito à remissão e dispensa plenária?&lt;br /&gt;88.&lt;br /&gt;Não receberia a Igreja um bem muito maior se o papa fizesse cem vezes por dia o que agora faz uma única vez, isto é, distribuir essas remissões e dispensas a cada um dos fiéis?&lt;br /&gt;89.&lt;br /&gt;Se o papa busca pelos seus perdões antes a salvação das almas do que dinheiro, por que suspende ele cartas e perdões anteriormente concedidos, visto que são igualmente eficazes?&lt;br /&gt;90.&lt;br /&gt;Abafar esses estudos argumentos dos fiéis apelando simplesmente para a autoridade papal em vez de esclarecê-los mediante uma resposta racional, é expor a Igreja e o papa ao ridículo dos inimigos e tornar os cristãos infelizes.&lt;br /&gt;91.&lt;br /&gt;Se os perdões fossem pregados segundo o espírito e a intenção do papa seria fácil resolver todas essas questões; antes, nem surgiriam.&lt;br /&gt;92.&lt;br /&gt;Portanto, que se retirem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "paz, paz", e não há paz.&lt;br /&gt;93.&lt;br /&gt;E adeus a todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "a cruz, a cruz", e não há cruz.&lt;br /&gt;94.&lt;br /&gt;Os cristãos devem ser exortados a esforçar-se em seguir a Cristo, sua cabeça, através de sofrimentos, mortes e infernos.&lt;br /&gt;95.&lt;br /&gt;E que eles confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8697785447584002119-1656172438247269656?l=vidanovavilauniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanovavilauniao.blogspot.com/feeds/1656172438247269656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8697785447584002119&amp;postID=1656172438247269656' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8697785447584002119/posts/default/1656172438247269656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8697785447584002119/posts/default/1656172438247269656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanovavilauniao.blogspot.com/2008/09/martinho-lutero.html' title='Martinho Lutero'/><author><name>Comunidade Crista Vida Nova Vila União</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04153679707224610770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_IZXGBglYFnw/SC0JBJ63NAI/AAAAAAAAABY/d0RLbreuaq4/S220/IMAG0038.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
